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Atualmente, o advento da Inteligência Artificial (IA), uma inovação computacional que se inspira no funcionamento do cérebro humano, tornou-se destaque no âmbito tecnológico.

Apesar deste campo da ciência da computação não ter sido criado no último ano, em 2023 foi quando passou a impactar o cotidiano de diversas profissões e também a ser alvo de preocupações em relação ao futuro do mercado de trabalho e da segurança da informação.

 

Somos frequentemente surpreendidos com a ampla variedade de ferramentas e tecnologias oferecidas pela Inteligência Artificial, que atendem a diversas finalidades, desde respostas para tarefas simples até assistentes virtuais, edições de imagens e automatização de processos robóticos e repetitivos.

Esse avanço tecnológico afeta diretamente a segurança da informação, uma vez que tanto os que atacam podem renovar suas estratégias quanto os que defendem podem se tornar mais eficazes.

 

Uma das formas pelas quais essa tecnologia beneficia a segurança da informação é a análise do tráfego das redes, que permite a detecção de ameaças e vulnerabilidades de forma preventiva usando machine learning, além da geração de relatórios e alertas que auxiliam na defesa contra riscos.

De acordo com dados do “Precedence Research”, em 2022, o mercado de inteligência artificial (IA) na segurança cibernética foi avaliado em US$ 17,4 bilhões, e estima-se que deva atingir cerca de US$ 102,78 bilhões até 2032, crescendo a uma taxa composta anual de crescimento (CAGR) de 19,43% entre 2023 e 2032, com a região Norte Americana liderando o mercado da segurança da informação, que conta com a presença dos principais players do mercado: Intel Corporation, Samsung Electronics Co Ltd, Amazon, Microsoft Corporation, etc…

 

A preocupação com a segurança de dados relacionada à segurança da informação

 

Atualmente, uma das exigências fundamentais da inteligência artificial é a biometria comportamental do usuário, que realiza uma verificação rígida do mesmo.

Estima-se que, cada vez mais, as empresas tenham o dever de contratar profissionais da área a fim de promover melhorias e solucionar conflitos relacionados à preocupação com a privacidade e segurança dos dados. A necessidade e busca desses profissionais se destacam no setor bancário, visto que há certa perplexidade e frequência dos ataques cibernéticos.

Os exemplos de tecnologias da Inteligência Artificial que vêm ganhando popularidade são o aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural, que auxiliam na automatização inteligente, facilitando os processos e auxiliando na otimização de tempo e recursos dos profissionais de segurança cibernética, liberando-os para tomadas de decisões mais precisas.

 

Em entrevista para nosso podcast “Be strong cast”, convidamos os profissionais da Darktrace, uma empresa britânica de cibersegurança consolidada no mercado. Para Davi Ortiz, é extremamente importante atentar-se à seleção da solução com inteligência artificial que será utilizada para lidar com as problemáticas da segurança da informação. Ele aconselha a utilizar ferramentas que se adequem às necessidades da empresa, como a junção de “machine learning” e “self learning”, que aprendem sozinhas como funciona o seu ambiente, como os usuários os utilizam e como os dados são trocados em meio disso.

Veja o episódio completo aqui:

 

O âmbito tecnológico está em constante evolução e, para assegurar que todos os dados estão sendo protegidos, é de extrema importância que todos os sistemas presentes na empresa estejam sempre atualizados em conformidade com políticas de segurança, e que os profissionais envolvidos estejam sempre atualizados por meio de treinamentos, consultorias e avaliações que os qualifiquem e os preparem para qualquer desafio que possa ser enfrentado.